Judeus que não frequentam sinagogas durante o ano inteiro, judeus de todas as correntes – conservadores, reformistas, ortodoxos, sem filiação religiosa ou mesmo ateus – não deixam de comparecer no dia de Iom Kipúr, o dia mais santificado do nosso calendário.
Dez dias depois de Rosh Hashaná, o Ano Novo judaico, Iom Kipúr exerce uma atração tão singular que faz com que até o judeu mais distanciado de qualquer prática religiosa seja incapaz de ignorar sua identidade primeira nesta data.
Se Rosh Hashaná é o Dia do Julgamento, Iom Kipúr é o “dia da sentença”, o Dia do Perdão. Em conjunto, são chamados de os Dias de Temor.
O Talmud denomina o período compreendido entre Rosh Hashaná e Iom Kipúr como os Dez Dias do Arrependimento.
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“O arrependimento, a prece e as boas ações, podem desfazer o veredito desfavorável.”
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